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Como Dividir e Replantar Orquídeas

É difícil encontrar alguém que não ame orquídeas, no entanto, essa espécie de planta precisa saber que elas têm um ciclo de crescimento muito lento e que por isso, cultivá-las por sementes é bem complicado, não é que multiplicá-las seja fácil.

Como Dividir e Replantar Orquídeas

Para começar, o primeiro critério básico para fazer a multiplicação de uma orquídea é que ela apresente crescimento simpodial. Mas, afinal o que isso significa? Esse é o termo botânico, que a planta deve crescer lateralmente, das gemas localizadas na base e não nas terminações. Pode citar como exemplos de orquídeas que crescem dessa forma: as catleias e as laelias.

Além disso, as orquídeas cespitosas, exemplos: dendróbios e cimbídios. Existe um outro tipo de orquídea, em relação ao crescimento, que são as monopodiais, exemplos: falenópsis e vandas. Em ambos os casos é bem complicado fazer a multiplicação por divisão.

Como Dividir e Replantar Orquídeas

Como Dividir e Replantar Orquídeas. Imagem:divulgação

Diz a lenda, que somente os jardineiros com muita experiência e uma pitada de sorte é que são capazes de realizar tal tarefa. Quando se está disposto a dividir uma orquídea, como primeira coisa a ser pensada, está se o momento é aquele ideal para fazer isso.

É muito importante essa espera e a escolha certa do momento. Porque se por acaso a planta for dividida antes da hora, para ter logo novas orquídeas, o resultado pode ser uma planta fraca e facilmente atacada por doenças, além de possíveis atrasos na floração.

Destacamos esse ponto porque é muito comum que pessoas iniciantes na orquidofilia cometam esse erro. Quando se tem uma orquídea e ela fica maior do que o vaso, isto é, não cabe mais nele, isso não pode ser considerada uma razão para fazer a divisão. Neste caso, faça somente um replantio e o assunto estará resolvido.

Como Dividir e Replantar Orquídeas

Como Dividir e Replantar Orquídeas. Imagem:divulgação

A maioria das pessoas, tem como objetivo adquirir uma boa casa, para assim realizar os seus sonhos de formar uma família e ter um belo jardim, ou para ter a tranquilidade referente a moradia. O  Minha Casa, Minha Vida (MCMV) é a maior iniciativa de acesso à casa própria já criada no Brasil. Programa do governo federal que viabiliza a compra da casa própria por famílias de baixa renda.

O programa prevê diversas formas de atendimento a famílias que necessitam de moradia, considerando a localização do imóvel, seu valor e a renda familiar. Atualmente o programa está na sua terceira fase (MCMV 3). A primeira fase foi lançada em 2009, a segunda fase, em 2012 e a terceira, em 2016.

Quem pode ter acesso ao Minha Casa Minha Vida?

O Minha Casa Minha Vida é para todos os que se enquadram nas modalidades abaixo descritas. As taxas de juros, subsídios e prestações variam de acordo com a faixa salarial do beneficiário e levam em consideração a localização do imóvel e se o beneficiário possui ou não Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

FAIXA 1

A modalidade MCMV Faixa 1 produz empreendimentos habitacionais destinados a famílias com renda mensal bruta até R$ 1.800,00.

Minha Casa Minha Vida

Minha Casa Minha Vida. Imagem:divulgação

Os valores dos imóveis variam de acordo com a localidade. Nesta faixa, o subsídio a que o beneficiário tem direito pode ser até 90% custeado. O pagamento será feito em até 120 prestações mensais de no máximo R$ 270,00, sem juros.

FAIXA 1,5

A Faixa 1,5 – destinada a famílias com renda até R$ 2.600,00 – oferece subsídios até R$ 47.500,00 para financiamento de imóveis até R$ 135.000,00, com 5% de taxa de juros anuais, dependendo da sua renda, localização do imóvel e se houve contribuição ao FGTS.

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